… not to have been born is a curse. You are condemned to live outside time. And when you live outside time, there is no day and night. You don’t even ge a chance to die”

Unless we can begin to embody the notion of change in the words we use, we will continue to be lost.”

Isso é quase um projeto de vida, mas eu ainda vou escrever algo sobre Auster e linguagem. Eu não tenho a menor condição de fazer isso com a leitura que eu tenho agora - nem de Auster, nem de estética (assunto do qual eu tenho verdadeira fobia). Mas tem coisa para ser explorada aí, e eu acho que tenho neurose suficiente para perseguir algo tão sem sentido e que não traz qualquer benefício para sociedade quanto literatura e suas interfaces com linguagem. Eu sei, não tem desculpa para perder tempo estudando isso exceto “eu quero me meter de artista que não sou”.

Hei, pelo menos eu sou honesto sobre isso!