“The ‘culture of abuse’ theory has no reliable evidence to support it,” Mr. Yoo wrote. He noted that several military investigations had found that what he called “the appalling abuses” at Abu Ghraib were not authorized by any military policy.“While each case of abuse is regrettable,” Mr. Yoo wrote, “it is not possible for a large organization charged with protecting the national security, under extraordinary pressure, to perform its mission error-free.”
O NYTimes tem mais coisas sobre o memo que coloca bem o caminho para os abusos para Abu Ghraib, e que passou pelas mãos do Sr. Yoo, foi aprovado, e do qual agora, parece, ele tenta se distanciar. Mas, como coloca o Rivkin no fim da matéria:
“In a post-Sept. 11 environment, the lawyers tried to give decision makers broad legal flexibility,” Mr. Rivkin said. “I don’t want to substitute my judgment for John Yoo’s as I sit in a comfortable office on a spring day in 2008.”
Permanece, no entando, uma verdade: as técnicas de interrogatório dos agentes de justiça americanos em Abu Ghraib e em Guantánamo partiram de ordens superiores, e no entanto, estas ordens nunca foram devidamente julgadas pelos crimes de guerra e violação da convenção de genebra que elas cometeram.
Abril 4, 2008 at 8:45 am
[...] Não, é o relatório do Woo. Como sempre, é tudo uma questão de seguir ordens – não refletir, apenas seguir ordens. O editorial do NYT de hoje – escrevo na madrugada do dia 04 de abril – está imperdível, e complementa um pouco do que eu já tinha escrito logo aqui. [...]