Hitchens, sobre Anti-Semitismo + A banalidade dos campos

Artigo do C. Hitchens, na Atlantic, sobre anti-semitismo. Vale a leitura:

A sour old joke from prewar Germany has two elderly Jews sitting in a Berlin park, with one of them reading a Yiddish paper and the other one scanning the pages of Der Stürmer. The latter Jew is laughing. This proves too much for the former Jew, who says: “It’s not enough you read that Nazi rag, but you find it funny?” “Look,” replies the other. “If I read your paper, what do I see? Jews deported, Jews assaulted, Jews insulted, Jewish property confiscated. But I read Der Stürmer, and there’s finally some good news. It seems that we Jews own and control the whole world!”

Íntegra, aqui.

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Já que estamos falando de Anti-semitismo, fiquei completamente transtornado lendo uma matéria da New Yorker sobre este album novo de fotografias que foi doado para o museu do holocausto aqui nos Estados Unidos. Basicamente, é um album retratando o cotidiano dos oficiais do campo durante o ano de 1944. Não consegui achar a matéria da New Yorker online, mas eles colocaram as fotos online aqui:
http://www.newyorker.com/online/2008/03/17/slideshow_080317_wilkinson?slide=1#showHeader

e além disso, o museu do Holocausto tem um histórico do album, aqui: http://www.ushmm.org/museum/exhibit/online/ssalbum/

Vale a visita, apesar de não ser das coisas mais agradáveis de se ver. Vou citar uma parte da reportagem da New Yorker, que achei muito bem escrita:

Several people at the museum told me that the strangest thing about the album for them is that a person can look again and again at the images and never find an answer to the question “How could you have done what you did?”. One thing that is particularly troubling is the presence of so many doctors and pseudoscientific legitimacy that their participation lent to the selection process. (…) The experienced doctor would go with the new one to his first or second selection, and help him, as a matter of therapy – a socialization to evil. One has to be in some way in synch with ones environment to work And if the environment is evil the principle holds, even though the adaptation may be more difficult.

Se a matéria sair na íntegra online, coloco ela aqui.


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