Quanta humanidade…

Ambassador Crocker and I, for what it’s worth, have typically seen ourselves as minimalists. We’re not after the Holy Grail in Iraq, we’re not after Jeffersonian democracy; we’re after conditions that would allow our soldiers to disengage, and that is, in fact, what we are doing as we achieve progress, as we have with the surge, and that is what is indeed allowing us to withdraw the surge forces — again, well over one-quarter of our ground combat power, five of 20 brigade combat teams, plus two Marine battalions and the Marine Expeditionary Unit by the end of July.

Tudo bem, o cara tá obedecendo ordens superiores. Não tem culpa de ser oficial durante o governo Bush, estas coisas. Deram uma missão para ele, e ele tá querendo cumprir.

Agora releiam a declaração do Petraeus. Prestem atenção no papo de minimalismo. O problema disso, é que sempre vai ter um mínimo para ser garantido ou para ser alcançado na região, mínimo este que pode justificar a manutenção das tropas no Iraque pelo tempo que eles bem entenderem.

Tudo em nome dos interesses dos Estados Unidos na região, segundo o general, o combate à AlQaeda e tudo mais. Por algum motivo, eu tenho algum ceticismo quanto à esta conversa. A declaração inteira, caso alguém queira ver se eu tirei de contexto, tá aqui.

Falando em contexto, iraque, humanismo cristão e tudo mais, esta matéria da ABC dá um quadro bem desesperador dos bastidores das técnicas de interrogatório, e como se decidiu sobre estas técnicas. Qualquer um que duvide da atualidade da teoria sobre soberania do Schmitt vai ter trabalho em colocar isto em perspectiva:

Highly placed sources said a handful of top advisers signed off on how the CIA would interrogate top al Qaeda suspects — whether they would be slapped, pushed, deprived of sleep or subjected to simulated drowning, called waterboarding.

The high-level discussions about these “enhanced interrogation techniques” were so detailed, these sources said, some of the interrogation sessions were almost choreographed — down to the number of times CIA agents could use a specific tactic.

A matéria tem quatro partes, e me deixou com raiva. Recomendo.


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