Leading note

(…) A linguagem, enquanto memória histórica consciente, mais não é que o desespero que nos vem do confronto com as dificuldades da tradição. Ao julgarem que transmitem uma língua, os homens dão-se de facto reciprocamente uma voz; e, ao falarem, entregam-se sem remissão à justiça. (Agamben, 1999[1985]:73)

After these things God tested Abraham, and said to him, “Abraham!” And he said, “Here am I.”[2] He said, “Take your son, your only son Isaac, whom you love, and go to the land of Mori’ah, and offer him there as a burnt offering upon one of the mountains of which I shall tell you.” [3] So Abraham rose early in the morning, saddled his ass, and took two of his young men with him, and his son Isaac; and he cut the wood for the burnt offering, and arose and went to the place of which God had told him. (DEUS, Genesis -22,1-3)

Oh God said to Abraham, “Kill me a son”/Abe says, “Man, you must be puttin’ me on”/God say, “No.” Abe say, “What?”/God say, “You can do what you want Abe, but/The next time you see me comin’ you better run”/Well Abe says, “Where do you want this killin’ done?”/God says, “Out on Highway 61.” (Highway 61 Revisited, Bob Dylan)

Ok, isto deve me manter ocupado pelas próximas semanas. Se eu conseguir realizar este troço, pode ter uma pesquisa de pequeno termo aí.


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