Eu e Josiah Royce

Resumo da ópera:

“blah blah blah blah, esquecemos os valores de Cristo, blah blah blah blah blah, o indivíduo tá perdido na imensidão do seu fardo moral, blah blah blah, só Cristo salva do fardo moral, blah blah blah, tensão entre coletivismo e individualismo, blah blah blah blah blah, precisamos apelar para as virtudes espirituais do amor e da lealdade para resignificar nossas relações entre nós-mesmos e nos livrar do abismo do mal, blah”.

Pior. Livro.

Coisa bem anacrônica isso de transformar um plano de vida na hipótese transcendente verdadeira a partir da qual todo mundo deveria viver. Claro, assim tu não tem que ficar lidando com todos aqueles infelizes que não conseguem ver a luz, né? É fácil, tu chama eles de alienados, imorais, pecadores ou coisa parecida. As vezes eu fico me perguntando o quanto esta relação entre ideologia e religião não precisava ser mais, digamos assim, explicitada.

Comments
One Response to “Eu e Josiah Royce”
  1. Ferrari disse:

    Acho que existem mais acepções pra palavra “alienado” do que cognômonios para “pênis”.

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