Morte tranquila? Como assim, morte tranquila? Pt.II (e um PS importante)

Farroupilha segue o debate lá no Distropia,

[s]e precisamos de justificações recíprocas, estas não podem estar baseadas apenas em visões-de-mundo, ideologias, etc., que sejam mais restritas do que a própria comunidade moral em voga.

Cheguem lá, que a coisa tá pegando.

Por sinal: esta consideração que tu faz, Marcos, muito boa esta consideração.

P.S.:

Devo confessar, hoje no grupo de estudo o Steinbock me disse “mas é profundamente Levinasiana esta tua contenção”. No que eu tive que tentar justificar, por mais ou menos uns cinco minutos, para um cara de 1.86 que me olhava com a ironia dos tempos, que na realidade minha asserção presumia a ontologia fundamental e a asserção de uma intencionalidade, que eram incompatíveis com a imanência – forte – em Levinas.

Daí o Steinbock responde “mas quem disse que não tem Ontologia Fundamental em Levinas?”, “Ele certamente quer negar esta possibilidade”, “Não importa o que ele quer fazer, importa o que ele escreveu e o que podemos fazer com o que ele escreveu”.

Desde então, eu assumo completamente que não entendo mais nada sobre o universo.

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