Nietzsche, fazendo sentido

Eu não sou um fatalista. E eu não gosto de Nietzsche.

Mas isto:

My formula for human greatness is amor fati: that one wants to have nothing different, not forward, not backward, not in all eternity. Not merely to bear the necessary, still less to conceal it–all idealism is mendaciousness before the necessary–but to love it.

[Minha formula para a grandeza humana é amor fati: que se queira nada de diferente, nada futuro, nada passado, nada em toda eternidade. Não apenas suportar a necessidade, muito menos esconde-la – todo idealismo é  é cauteloso ante a necessidade – mas ama-la.]

Tá, o Frederico e seu amor pelo fatalismo tem suas consequências nefastas, e boa parte da filosofia é um embuste de um sistema filosófico, mas esta passagem é simplesmente sensacional. Por sinal, farei um seminário sobre Nietzsche semestre que vem, portanto, aguardem minhas reclamações sobre a tenecidade adolescente fracassada que tanto faz o gênero das leituras (desastradas) do Bigode.

Comments
3 Responses to “Nietzsche, fazendo sentido”
  1. Ferrari disse:

    Axim fwlow Xratrusha

  2. Ferrari disse:

    Adoro niilismo miguxo

  3. G.D. disse:

    A parte que ele POETIZA sobre isso no lance do “portal” e da “estrada” no Zarathustra simplesmente DETONA.

    PS: Gomorra, o filme (eu detesto dizer isso porque eu QUERIA que fosse afu)= MERDA ABSOLUTA.

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