Promessa é dívida

Depois de algum tempo no forno, um texto sobre filosofia e pornografia.

E uma constatação: o Foucaultiano que existia dentro de mim ainda não está completamente morto.

Mas se boa parte da população assiste filme pornográficos, então como exatamente a pornografia não é parte das experiências quotidianas? Excetuada a tentativa ridícula de criminalização das práticas quotidianas – e eu sei que isso soa perigosamente Foucaultiano – o argumento naturalista cai por terra. Até porque, o sexo, ele mesmo, não é exatamente natural. A reprodução é natural. Sexualidade? Muito pouco. Perversidade? Menos ainda.

Ou está, you be the judge.

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