A quick one, on Heidegger

Sem tradução, por enquanto

It is interesting that forgetfulness is not an act of affective relevance for Heidegger, but an alienation in the sense that something is lost in the history of philosophy, it is no longer problematized. In this sense, we see the fundamental problem with Heidegger’s philosophy: ascepticism. Heidegger’s disregard for the everyday aspect of forgetting, of remebering and recalling calls to mind a specific kind of philosophical autism, that of valuing philosophy for the stake of philosophy itself and dislocating the importance of mdoernity (and its problems) as a question of ontological difference – as opposed to what modernity itself meant as an event, as something that emerges within a certain historical moment.

Que acham?

Anúncios
Comments
8 Responses to “A quick one, on Heidegger”
  1. marcosfanton disse:

    Cara, não sei de quais textos do Heidegger tu estás te baseando ou, também, aonde leva esta tua citação… Mas, vai aí minha opinião:
    Eu não sei se o “esquecimento” (do ser) seria algo que leva Heidegger ao ascetismo, já que tem a questão de que não nos é possível ter sempre uma compreensão total dos eventos históricos ou dos autores da filosofia. Por isso, esquecimento seria também que é o mais “valioso”, já que sempre haverá a possibilidade de relembrar de algo, etc. Daria para pensar naquela frase que o Heidegger cita de Holderlin: “Ali onde está o perigo, cresce também a salvação”. Eu não sei porque tu falaria de ascetismo aqui, já que Heidegger veria a história a partir do ponto de vista da filosofia.
    (Eu não estou defendendo Heidegger, nem nada, só estou dando uma opinião das leituras que fiz sobre o Heid. II – que são ínfimas)
    Mas, por outro lado, eu tenderia a concordar com essa questão de questionar como Heidegger entende os eventos históricos (e não os eventos da história da filosofia), quando Heidegger deslancha pra idéia de que algo sempre nos abarca, que a metafísica e os filósofos, com seus livrinhos, determinam o modo como toda a sociedade de uma época se “movimenta”/”age”. Bom, a questão da técnica tá aí como o exemplo mais patético.
    Além disso, o conceito de “memória” é muito bom tu colocares, já que em Heidegger não tem, no sentido de uma descrição fenomenológica da memória.

  2. O termo asepticismo te causou uma confus~ao ali em cima. Porque eu nao estou falando tanto do movimento filosofico, mas da questao da NEUTRALIZACAO das praticas quotidianas pela filosofia, pela ontologia fundamntal.

    Heidegger faz uma especie de neutralizacao do quotidiano para poder levar em frente este esquecimento fundamental. Nisso, talvez ele esteja fazendo o mlehor tipo de filosofia poss’ivel, mas tambem o pior. O melhor no sentido que se distancia de todas as contingencias locais para focar em questoes puramente filosoficas, o pior pela mesma razao. O problea do esquecimento colocado no contexto da destruicao da metafisica ocidental, eh um PSEUDO PROBLEMA, ele nao tem qualquer relevancia na vida das pessoas. Nao tem quase nenhuma consequecia, afora uma re-essencializacao dos processos de ontologia. Neste sentido, neutraliza-se a filosofia para que se possa tratar do problema da existencia como um problema puramente de conhecimento. E dai nos perguntamos porque Heidegger foi incapaz de lidar com questoes Eticas/Politicas. Ora, ele foi incapaz justamente por neutralizar o elemento do dia-a-dia em favor de um certo esquecimento fundamental.

    Talvez ele tenha descoberto algo de realmente interessante ai sobre a quest~ao da filosofia do conhecimento, mas me convenco cada ez mais que o que quer que ele tenha descoberto, foi algo que Husserl, Sartre e mesmo Merleau-Ponty foram capazes de abordar de forma mais interessante – justamente por terem preocupacoes menos megalomaniacas…

  3. Marcelo disse:

    Bom mesmo é o filme do Pelé.

  4. Habkost disse:

    backoor anal sluts 9.

    e tenho dito

  5. Marcelo disse:

    As debutantes anais 3.

    E “backdoor anal” não é um pleonasmo?

  6. Claro que nao. Pode ser o maindoor, depende do caso.

  7. Ferrari disse:

    Ainda prefiro “Amnésia Anal em Budapeste”

  8. Habkost disse:

    ou o melhor título de todos os tempos: ” Atrás”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: