Danger Mouse and Sparklehouse:: Dark night of the soul

No meio do meu revival de música industrial (peguei a discografia completa do My Life With the Thrill Kill Kult, ando ouvindo Alien Sex Fiend de forma não-saudável, e voltei a ouvir a primeira fase do Neubauten) baixei uns EBM e acabei decidindo baixar uns alterna-rap junto. Daí, procurando mais coisas do Danger Mouse, acabei achando este album com o Sparklehouse (que acho bem mais-ou-menos), que pelo visto recém foi lançado.

Dark Night of the Soul. certamente é um dos albuns do ano. Danger Mouse, que vem se revelando como um dos melhores produtores da geração dele, reuiu Flaming Lips, Black Francis, Iggy Pop, David Lynch e junto com o pessoal do Sparklehouse fez um dos melhores (e mais Beatlenescos) albuns em algum tempo.

Se até agora o ano tinha sido salvo por bandas que confiam no gospel de acordo com o riff (Sepultura, Kyleesa, Them Crooked Vultures) e das coisas bizarras e inesperadas (PJ Harvey e John Parish, demolidores. Iggy Pop fazendo bossa).  Este é o primeiro cd de uma verve mais convencional que gostei este ano, ainda mais agora que o “alternativo” definitivamente virou o mainstream.

Revenge dá o tom beatlenesco:

Tem pelo menos três ou quatro músicas deste album que ficam na loucurada do Danger Mouse com os Beatles (se tu já ouviu o Gray Album, tu sabe do que eu tô falando, se tu não ouviu o Gray Album, bem, deixa para lá)

Pain é a grande música do album, com vocais do Iggy Pop:

Vale muito ouvir, sério candidato a melhor album do ano.

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