Quer enloquecer? Leia Husserl.

External or transcendent perception is a constant pretension because it feigns to give the object completely in every appearance, and because here is always more (from the side of the object) to what I can mean. It does this because presenting consciousness is structurally coupled with a non-inquiry indicating that points mediately to other aspects of the object, that is, to “inner”or “outer” horizons of the object that are non-original. By inner horizons Husserl understands , for example, the back side, the top, or the interior of an object, say, a boulder. By outer horizons Husserl would understand other objects that form the backdrop of or surround the object in question, for example, the clump of trees or other boulders implicit in or at the periphery of my focus on the boulder. A horizon in general, as we will see, is understood as a nexus of referential implications.

HB:23

Meia hora traduzindo isso. E ainda não passei da segunda frase.

Comments
One Response to “Quer enloquecer? Leia Husserl.”
  1. G.D. disse:

    Receita para traduzir Husserl GODOT-STYLE: pensa na palavra como algo e tenta achar o que existe na tua percepcao para alem do horizonte que a propria palavra te oferece em um de seus LADOS interpretativos.

    Epilogo do comment:

    “O que, mae? Ahn? Mais vinho? Nao obrigado…sim, sim, o risoto estava otimo. Sobremesa? Nao, nao quero. Vou ficar aqui no computador”

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