Mais um post lá no distropia

Dessa vez, é meu:

É claro que existem boas razões para definir o domínio de atuação do processo ao processo em si. Mas também as mesmas razões podem nos dar motivos para ser cético sobre a pena de morte. Uma constituição de verdade tão frágil, tão dependente de testemunhos que, por definição, são falíveis, não deveria nos dar qualquer confiança para mandar alguém morrer. Mas no entanto, os eventuais erros do sistema parecem serem justificados, na cabeça de quem defende a pena de morte, no social disgust que certos crimes causam. Esse nojo social, então, pode fundamentar a pena – no caso, a decisão sobre a morte do indivíduo. E os erros, bem, os erros também entram no cálculo do nojo social – eles estão justificados.

Chega lá.

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