15 jogos, ou confissões de um falso nerd

Lendo a última Game Informer (não me julgem, é minha leitura de banheiro) me deparei com uma matéria enorme sobre Zelda e me peguei desenvolvendo uma leve nostalgia. Uma das considerações era sobre o terceiro jogo da série que, na opinião do escriba, era o maior jogo já feito para qualquer videogame. Me peguei pensando, qual é meu jogo favorito? Claro, fazer um post sobre apenas um jogo não teria graça alguma, então resolvi selecionar quinze e iniciar uma flame war que deve durar algum tempo.

Primeiro, algumas considerações sobre a lista: primeiro lugar, eu nunca joguei algumas das séries clássicas para videogame. Nunca joguei Metal Gear, nunca joguei Zelda (ok, podem jogar as pedras), nunca me interessei por boa parte dos RPGs japoneses tipo Final Fantasy e tenho uma grande lacuna na minha formação de videogames na geração entre o Nintendo 64 e o Playstation 2  – período no qual meu computador era uma lata velha incapaz de rodar qualquer jogo feito depois de 1997. Embora eu até conseguisse rodar jogos desenvolvidos até 2000, com MUITO esforço, dedicação e reza braba.

Então, tomem isso em consideração. Voltei a jogar videogames de forma consistente apenas quando o Ferrari comprou o PS2 dele (essa é uma história engraçada, por sinal) e apenas voltei a ter um videogame quando chegamos nos Estados Unidos e eu me dei conta que poderia ter os videogames que eu bem entendesse. Ah sim, se existem jogos fantásticos que só saíram para XBOX ou XBOX 360, eu definitivamente ignorei. Jamais joguei esses videogames.

Pois bem, posto isso, vamos a lista:

15) Guitar Hero I (PS2) – e, por transitividade, todos os jogos da série Guitar Hero e Rock Band entram aqui. Mas Guitar Hero I é o que tem valor afetivo, portanto ganha.

Tem algo de muito massa nessa série da Activision, que é o retorno da idéia do jogo social. Tá, não grita comigo. Eu sei que Street Fighter é um jogo social. Mas Street Fighter acaba com relacionamentos, com vidas, com amizades. Já joguei controle contra a parede jogando street fighter. Isso jamais aconteceu com Guitar Hero. Guitar Hero é um jogo sweet, é um jogo que te ensina a coperar, a ser legal, a gostar do teu parceiro e, mais importante, que Classic Rock não é tão ruim assim e que existem circunstâncias nas quais cantar Boston não é apenas aceitável, mas louvável. Ah sim, Guitar Hero também é um dos poucos jogos nos quais eu sou melhor que a maior parte das pessoas. Isso é incomum. Eu sou péssimo em videogames, mas por algum motivo insisto em jogar.

14) Stunts (PC)

Stunts era um jogo muito massa. Foi o primeiro jogo de carro que me cativou. Na realidade, me cativou mais do que o recomendável, já que causou uma interrupção nos meus estudos digna de nota. Era massa jogar Stunts, mas era ainda mais massa montar as pistas. Eu ficava horas na frente do computador fazendo pistas que lembravam a Balthazar de Oliveira Garcia (néé BOG) e usando aqueles modelinhos de prédio iguais aos prédios do Jardim Planalto e do Jardim Itu. Era legal trocar pista com os colegas em disquete, e era mais legal ainda que o computador que eu tinha rodava o jogo de boas. Outra coisa: o replay. Eu amava causar acidentes totalmente absurdos e ficar vendo o replay over and over again. Acho que Stunts contribuiu para me manter um jovem saudável e distante das drogas, no fim das contas. Anotem aí: mantenham filhos longe das drogas e do sexo, incetivem o uso de computadores para fins recreativos. De nada.

13) Wolfenstein 3D – PC

Não foi o primeiro FPS. Houveram outros, mais primários e meio ridículos. Mas o Wolfenstein foi o primeiro FPS que eu joguei, ainda em um monitor preto e branco, no escritório do meu pai. Por algum motivo, vamos dizer coincidental, meu irmão tinha uma série de jogos instalados no computador do escritório (Lotus, de fama inglória, e Wolfenstein eram favoritos). Eu acho que até hoje todos os FPS são tentativas de superar o Wolfenstein. Só joguei um mais e por mais tempo. E foi o….

12) Duke Nukken 3d (PC)

Já deu para sacar que eu sou um joguei mais PC do que consoles? Pois é. Duke Nukken me ensinou o seguinte: é muito mais divertido jogar com cheat code. Não existe sono quando podemos jogar por tempo ilimitado. Outra coisa: é muito massa quando teu cunhado tem um computador melhor que o teu e tem contatos que gravam jogos piratas para ele. E ele te deixa jogar! Depois, troquei de lata velha e podia jogar Duke Nukken no meu computador, em casa. Acho que tive um sensível desgaste nas notas entre a oitava série e o primeiro ano do segundo grau.

11) International Superstar Soccer (SNES)

Vou lá. International Superstar Soccer foi o melhor jogo de futebol já feito. E eu não digo isso apenas porque foi o primeiro jogo no qual eu realmente era melhor que todo mundo. Vejam, eu jogava ISS com pessoas com o dobro da minha idade. E ganhava. Jogava com nerds do mesmo escalão que eu. E ganhava. Minha emoção era quase inenarrável. Era a primeira vez na minha vida que eu tinha uma habilidade superlativa. Provavelmente foi a última (risos). Outra, a habilidade de fazer uniformes significava que todos os meus times eram invariavelmente all black. Mas o ISS foi o primeiro jogo a pegar alguma coisa da dinâmica de futebol, onde realmente fazia alguma diferença o esquema que tu pegava e o computador tinha alguma coisa remotamente parecida com “inteligência”. Não fosse o ISS, não haveriam esses jogos MODERNOSOS DE HOJE.

10) Oblivion (PS3)

Eu tenho 320 (trezentos e vinte) horas de jogo no Oblivion. E eu comprei ele com 28 anos de idade. Não me julguem, eu moro no equivalente a Ijuí, mas em Illinois. E faz muito frio no inverno.

9) Diablo (PC)

Meu tempo de jogo em Diablo, que eu não vou escrever aqui porque existe a possibilidade da minha mãe ler essa joça e ainda ter intenções de me internar com base na impossibilidade de prescrisção de certos crimes, me ensinou o seguinte: Não há limites para a flexibilidade do nome “Filburg” em RPGs. Meus personagens de Diablo se chamaram: Filburg, the strong (guerreiro); Filburg, the wit (wizard); Filburg, the woman (rogue). Havia um tempo que eu terminava o jogo três vezes POR DIA e passava uma média de duas horas jogando online. Em conexão discada. Para vocês terem uma idéia, naquela época só dava para jogar online depois da meia noite, porque a gente usava telefone (é um negócio que se usa para fazer ligação, tipo celular, mas só em casa, pergunta prá tua mãe) e custava caro os pulsos (na época tinha limite nas ligações). Só que depois da meia noite não tinha pulso. Era pulso único. Consequentemente, meia noite e um minuto eu ligava o Diablo no canal aberto da Blizzard e ficava lá. Horas. Meu personagem online se chamava, Filburg – the cheater. Eu não era cheater. Eu tinha o nível máximo em quase todas habilidades. Era lindo. Tenho certeza que Diablo me custou uma vaga na UFRGS. Também acho que só aprendi inglês para ter a habilidade de xingar gente no chat da Blizzard. Então, pô, tudo se justifica. Ah sim, Diablo foi o primeiro jogo que comprei na vida. Por muito tempo foi o último. Gastei dois meses de mesada, acho. Na época ganhava quarenta pila por mês. Lembro de sair da COMPUJOB com o jogo na mão, na caixa, com a nítida impressão que TODOS os problemas do universo estavam resolvidos.

8) Tetris (todas plataformas possíveis e imagináveis)

Na boa, não precisa explicar. Qualquer pessoa com TOC entende o fascínio de Tetris. E é da natureza humana ser compulsivo. É o jogo mais simples do universo, o pai do Farmville. E daí? É fantástico e eu ainda jogo ele no meu ipod. E joguei mais que o recomendável online numa época. Mas dei um jeito de ignorar o sáite. Eu tava começando a figurar no ranking MUNDIAL de Tetris e cheguei a conclusão que tinha algo de profundamente errado na minha vida.

7) Manic Mansion 2 (PC)

Uma das minhas memórias mais fortes do Dom Bosco, junto com a vez que amarraram meus tênis e me fizeram cair na frente de toda a escola e aquela outra vez que me jogaram cerca de vinte pedras na frente da escola e quase me quebraram um dente, foi de quando a Intel começou a lançar processador a todo o vapor. Acho que no espaço de um ano a tecnologia de computador passou de 486 33mhz para Pentiun 100. Quando saiu o Pentium 100 eu lembro de conversar com colegas igualmente nerds (ou mais) e dizer “velho, CEM MEGAHEARTZ, JA IMAGINOU?. O meu Pentium DX2 com OITO MEGAS DE RAM (meu ipod tem muito mais poder de processamento que isso) rodava o Manic Mansion 2 (Day of the Tentacle) com alguma dificuldade, mas já dava para sacar uma coisa absolutamente fantástica: OS PERSONAGENS FALAM, VELHO. Que jogo fantástico. Definiu a idéia do MISTERY ADVENTURE prá mim, e foi o primeiro jogo totalmente em inglês que eu consegui jogar. Fun fact: eu “quase” rodei em inglês na sétima série, mesma série na qual eu passava um tempo considerável jogando Manic Mansion. Daí tu vê.

6)  Enduro (Atari)

Te fode e não te faz.  Enduro me ensinou o valor do videogame em uma tarde chuvosa na praia. Joguei muito Atari em Imbé, antes de ganhar o Phantom System de presente de natal. É um baita jogo e tem uma baita trilha sonora.

5) SimCity 2000 (PC)

Acho que é o jogo que mais joguei na minha vida. Ou esse, ou diablo. Meus mapas em SimCity são um monumento ao tempo que perdi naquele jogo enquanto ouvia Popcorn Punk Rock (Offspring, Green Day) e arrumava desculpas para não estudar física. Em compensação, aprendi horrores sobre administração. O negócio é simples: roubar. Administrar cidade é barbada. Basta roubar sem limite nem perdão. Não devo nada pro Pitta, tio.

4) Castle of Illusion – Mega Drive

Ok, talvez se eu jogasse hoje eu teria uma opinião diferente. Mas eu lembro de AMAR esse jogo. Nunca tive o Mega Drive, e mais vi as pessoas jogando do que joguei esse jogo. Mas sempre me pareceu FANTÁSTICO. Eu adorava os gráficos e a plataforma do jogo, parecia divertido. Tá que era uma imitação de Mário, como todos os plataformers da época. Mas era muito divertido.

3) The Secret of Monkey Island – PC

Coloco o vídeo. Começa a musiquinha. Segue o seguinte diálogo no gtalk:

Tatiana 07:56:36 PM

tu nunca gostou de monkey island!

pode parar! 07:56:41 PM

Fabricio Pontin 07:56:52 PM

COMO ASSIM:

EU TINHA O PRIMEIRO 07:56:55 PM

SEMPRE GOSTEI 07:56:59 PM

Tatiana 07:57:07 PM

nao adianta querer ser kool agora

You just had to be there, you know. Mas sério, eu tinha. Amava. Nunca consegui terminar porque 1) era uma versão mal pirateada. 2) meu inglês era capenga demais.

2) Street Fighter 2 (Arcade, SNES, VIDA)

Eu lembro de como Street Fighter acabou com meu verão. Foi assim: chegamos no FLIPPER de Imbé, que ficava na frente da barra. Vimos uma máquina nova que tinha um painel com SEIS BOTÕES de cada lado. Foi o fim do verão. Todo o resto se resume a máquina de Street Fighter e o Blanka. Sim, eu era o tipo de camper que jogava com o Blanka. As frases “dá um radúquén”, “meia lua prá frente e soco”, “SONIC BUM”, e “como se diz xunli?” formaram o léxico da minha pré-adolescência. Confissão: sempre joguei mal pácas. Só fui aprender a jogar Street Fighter depois de velho, e mesmo assim por pura necessidade. Acho que não conseguiria socializar com o Habkost e com o Ferrari sem saber jogar o jogo. A pessoa que melhor joga o jogo que eu já conheci? Fácil. A minha digníssima esposa. Em segundo lugar, o Carlos. Mas o Carlos é um cretino camper desgraçado que merece a morte. Oi Carlos!

1) Mário (NES, SNES, VIDA)

Para mim o jogo que define a série é o primeiro e o melhor é o Super Mario World (SNES). Todos foram igualmente marcantes na minha vida. Até o 2. Até o 64. Só não joguei o do Game Cube, por motivos óbvios. O Mario é, até hoje, o único jogo que me fez PARAR TUDO QUE EU TAVA FAZENDO para gritar pela janela do sexto andar que PASSEI DA LATIKU PORRA (fase 4.2, Mario I). Também foi o primeiro jogo que eu zerei de todas as formas possíveis em imagináveis sem trapacear nem uma vez (Super Mario World, verão de 1992 – talvez 93. É meio NEBULOSO).

A gente não devia jogar bombas. A gente devia jogar Super Nintendos com Super Mario World anexados. É a maior ferramenta de emancipação já inventada. Sério, cara. Super Mario > Crítica da Razão Pura. Acho que foi um dos grandes eventos culturais, definidores de uma geração, nos últimos 50 anos. Mais que a revolução de 1968. Mario mudou tudo. Mario era cool muito antes de nerds sonharem em sequer pensar em talvez um dia poderem ser legais (e na real, ainda não são. Isso que tu acha legal não é um nerd, é um playboy com dinheiro prá comprar tecnologia. É bem diferente). O pessoal fala da morte da ideologia, mas ignora o que foi o Mário (ok, eu posso estar exagerando, mas eu só estou exagerando um pouco). Posso dizer com tranquilidade que só sou o que sou hoje por causa das horas, dias, semanas e meses que passei jogando Mário. Porra, até quando o Osama morreu eu tava jogando Mário!

Ah sim, e o primeiro jogo da série ainda é um dos jogos de plataformas mais difíceis já feitos. Exige um nível de concentração, coordenação e precisão que não é diferente do que a gente precisa para tocar um instrumento musical. É poesia, cara.

Pronto, pronto. Todo esse post porque eu queria escrever uma declaração de amor ao Miyamoto. Mas pô, foi honesto, aê.

Comments
88 Responses to “15 jogos, ou confissões de um falso nerd”
  1. Ferrari disse:

    Povo sem alma. Depois não entendem pq são subdesenvolvidos.

  2. gente, eu não entendo vcs. não tem coisa melhor que phantasy star do master. e na boa, jogo que te vicia, que acaba com a tua vida? double dragon. quase morri, e sonhava como passardas fazes

  3. Tiago tem um bom ponto: Double dragon merecia estar nessa lista.

  4. Ferrari disse:

    Mais que Double Dragon Final Fight então.

  5. Ferrari disse:

    Tem muito jogo de fora.
    Castlevania, por exemplo.

  6. Tati disse:

    Streets of Rage, amgs.

  7. Pensei em colocar Castlevania. Mas nao seria honesto. Joguei pouco. Nao sao os melhores jogos EVER. Sao os meus :)

  8. STREETS OF RAGE.

    PUTA MERDA. ESQUECI O JOGO DOS SIMPSONS DO ARCADE. DEVO TER GASTO 200 REAIS NAQUILO EM UM DIA!

  9. Ferrari disse:

    Ah, outra velha briga. Streets of Rage < Final Fight.

  10. Ferrari disse:

    E o das Tartarugas Ninja, por favor.

  11. Tati disse:

    Battletoads :)

  12. Bah. O Flipper das Tartarugas e o Flipper dos Simpsons.

    :}}}}}

  13. Tati: Daytona USA :)

  14. Ferrari disse:

    Bah, sempre achei Golden Axe beeeem meh. Prefiria Knights of the Round ou King of Dragons.

  15. Tati disse:

    Galera, vamos falar de profissão errada, né? :P

  16. Joguei MUITO King of Dragons. E MUITO Golden Axe. Mas nunca fui ENTUSIASTA. Mas aquele bixo que tu montava no GOlden Axe era engraçado. E épico. (isso soou MUITO errado)

  17. Ferrari disse:

    Tão pagando pra rememorar jogos velhos?
    Boa, vou virar historiador de games.
    Sério, isso vai ter mercado. Jogos movimentam mais $$ que filmes. Sem falar no impacto sobre a cultura.

  18. Puta merda. Esse do Capitao America ofoi outro que me custou VARIOS meses de mesada. Mas nenhum bate o Daytona e os Simpsons em PERDA DE DINHEIRO.

  19. Tiago tentando me convencer que ALEX KID tem QUALQUER GRAU de comparacao com Mario. Loucura completa.

  20. Tiago postou no comentario ERRADO e vou TRANSPORTAR aqui a lista dele:

    Panorama of Endtimes PERMALINK
    outubro 4, 2011 3:29 am
    meus quinze:
    master of orion II
    phantasy star
    lands of lore 2
    alexx kid in the miracle wolrd
    shinobi (do master system)
    elite (do msx)
    double dragon (flipper)
    quackshot
    chrono trigger
    dead space (jogo moderno, eu sei, mas eu gostei MUITO)
    splatterhouse III (mega)
    nightmare on elm street (nes)
    castlevania 2: simon’s quest
    the digg
    full throttle (every time I remember the thick smell of asphault, I remembrt two things.Maureen and Trouble!)

  21. Bruno disse:

    para de roubar minha lista de jogos favoritos. minha lista seria praticamente identica, com a troca de Oblivion por 7th Guest.

  22. Renata disse:

    Tetris era conhecido na casa do meu sogro como O JOGO DO DIABO! Visto q a gente saia na mão pra ver quem jogava primeiro e só largava abaixo de novas sessões de xingamentos e/ou porrada! Tempos alegres, tempos animados ;)

  23. marcosfanton disse:

    Full Throttle joguei muuuito!! :D
    Ah, e tem o jogo do Star Wars: Rebel Assault II, que já consegui virar sem perder UMA VIDA!

  24. marcosfanton disse:

    Porra, e Sonic, ninguém curte?

  25. A tati colocou na lista dela :)

  26. marcosfanton disse:

    Não vi… onde tá?

  27. tae nos comentarios! :P

  28. marcosfanton disse:

    Duke Nukem 3D é muito bom!! :D Primeiro jogo que joguei em rede em uma locadora de jogos para PC. Lembro que ganhei o primeiro campeonato MUNICIPAL de Farroupilha. jkadçjflçadf.Depois todo mundo aprendeu a usar o ALT para se mover lateralmente – aí fudeu tudo.

  29. Renata disse:

    “Ana Paula, tá curtindo ter um emprego?

    Ana Paula PERMALINK
    outubro 4, 2011 1:33 am
    Fabs, vc tá curtindo ter uma escrava? ”

    RINDO ALTO!!!! :d

  30. Nato disse:

    81 comentário. Não vou ler. Li o texto e isso é suficiente. Faltaram muitos, ri de todos.
    BeijaS!

  31. Nato! Saudadisssss :***

  32. Mariana disse:

    Sonic the Hedgehog (Mega Drive), Castlevania (PS1 e Nintendo DS), NiGHTS into Dreams (SEGA Saturn) estariam na minha lista. Sou cria de Mega Drive e na minha época, a gente brigava pra ver quem era o melhor console. Nada contra o SNES. Só que eu achava que era video game de menininha porque era roxo. E eu tinha uma imagem de menina-macho pra manter. :P

    Em tempo: hoje tenho um Nintendo DS e um PS2 em casa. E mato a saudade dos jogos antigos no emulador mesmo. E SoR >>>>>>>>>> Final Fight. Nada contra Final Fight, joguei os dois jogos pra caramba. Mas a série SoR é mega emocionante. :D

  33. Marta Pontin disse:

    MY GOD! Meu filho era viciado em jogos no computador!!!!! e eu achava que ele estava, estudando, pesquizando….Como assim? Presenteamos com vídeogame, jogos, achando que ele merecia. Quanta ingenuidade ou seria um pressentimento de que no fim daria certo?

  34. Tatiana Vargas Maia disse:

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