Vote, recognition, justice, knowing

I would hold that the notion of voting according to one’s own beliefs and the submitting to the will of the majority represents a recognition of the essential autonomy and freedom of others. It recognizes that justice is a pooling of irreducibly different individuals, not the carrying out of policies already known in advance. [ Eu diria que a prática de votar de acordo com a própria consciência e depois se submeter à vontade da maioria representa um reconhecimento da autonomia e liberdade típicas dos outros. Essa prática reconhece que a justiça é um apanhado de indivíduos irredutivelmente diferentes e não a realização de práticas já conhecidas de antemão].

Arrow, Some utilitarian remarks on A Theory of Justice, p. 258.

Bahn, pensando em usar isso como epígrafe da minha tese.

Comments
One Response to “Vote, recognition, justice, knowing”
  1. marlon disse:

    the essential problem occurs when the others (the majority) want neither autonomy nor freedom. which is precisely our contemporary case, as was in Germany in those eerie, ominous years. such state of affairs is not limited to obvious examples such as Lybia, Tunisia, Egypt, Bosnia etc: it is, and you might possibly pardon my French, fucking global. alas, utter blindness to such fact – and it is indeed a most meaningful fact – is conspicuous.

    (preciso aprender a escrever em inglês chique, mas mais Brit)

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