Uma questão de coerência

Meu post de ontem, no Distropia. Cheguem lá, se ainda não checaram!

[q]uem realmente acredita nisso? Quero dizer, para além de motivos retóricos. Quem acredita que o embrião já tem direitos de personalidade? Se esse é o caso, precisamos mudar a lei brasileira. Ontem. Mas não mudar para permitir o aborto. Não. Precisamos mudar para que a lei pare de permitir aborto em caso de estupro. Afinal, se existem direitos de personalidade no embrião, não é o acidente “estupro” que deve nos permitir relativizar essa personalidade. A vida decorrente do estupro é menos valiosa da que não é? De uma hora para outra, o desejo da mãe se torna relevante nesse caso?

Uma questão de coerência.

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